As dores começam a aparecer quando você impõe ao seu corpo metas para ir mais longe ou para correr mais rápido, já que a sua musculatura ainda não está preparada para os novos estímulos dados ao corpo.
Além dos pés e das pernas, é importante trabalhar os glúteos, os ísquios femorais e os quadríceps. Isso porque os membros inferiores são muito exigidos na corrida e são essenciais para um bom equilíbrio entre músculos agonistas e antagonistas.
Como o adutor está sempre contraído na corrida, você não pode deixar de trabalhar o seu antagonista: o abdutor. Isso evita o desequilíbrio entre as musculatura. Esse exercício é, inclusive, muito importante para quem sofre com condromalácia.
Mais conhecida como batata da perna, a panturrilha é um dos principais responsáveis pela propulsão da corrida.
2. Crie novos percursos e destinos
Se o corredor passar sempre pela mesma rota, o percurso ficará monótono. Nesse caso, uma opção é mudar algo na rotina de treinos. “Para espantar o tédio, o corredor pode conhecer novos parques e até mesmo escolher aleatoriamente um ponto de destino, diferente do que está habituado”, Uma outra opção para fugir da monotonia é correr em variados tipos de terrenos, como montanhas e praias.
Outra estratégia bastante utilizada pelos corredores é criar metas durante os treinos. Dividir o treino em partes e cumprir alguns objectivos pré-estabelecidos motivam o atleta. “Ter uma espécie de pit stop ao completar um dos objectivos durante o percurso também é uma forma de dar um estimulo ao treino.
Muitas pessoas têm vontade de correr, mas acham que se cansam só de olhar. Na verdade acham que não conseguiriam correr por muito tempo e que não são capazes de realizar tal proeza. Se você é uma destas pessoas, dê a “volta por cima” e insista na procura e prática de uma actividade que lhe dê prazer.
Sempre que um período de tempo muito longo passa despercebido por nós, nos acomodamos e procuramos mil argumentos para continuar acomodado! Para nos motivarmos devemos nos inspirar em pessoas de sucesso, carreiras que almejamos, exemplos que seguimos ou especulamos, e com certeza, iremos perceber o quanto rico é o currículo de especializações da pessoa.
Dentro da sua equipe, motive e incentive os parceiros.
Quem treina sozinho, uma hora ou outra vai usar a desculpa do cansaço, da falta de tempo ou até mesmo da preguiça. Então a coisa mais importante para nós é termos foco. Treine onde quiser e atinja uma intensidade elevada, mesmo treinando sozinho.
Existem outros muitos métodos de treino, mas para quem tem que treinar sozinho ainda não conheço melhor! Este método é indicados para quem quer treinar sozinho pois permite que você atinja uma elevada intensidade, sem precisar de ajuda externa!
Além disso, é preciso ter em mente que sem ter foco seu treino não trará resultados. Por isso, é MUITO IMPORTANTE ter FOCO. Além disso, é muito importante que você procure sempre o máximo de qualidade em seu treino. Por mais que pareça simples, você não pode deixar a qualidade de lado, principalmente quando treinar sozinho.
Além dos pés e das pernas, é importante trabalhar os glúteos, os ísquios femorais e os quadríceps. Isso porque os membros inferiores são muito exigidos na corrida e são essenciais para um bom equilíbrio entre músculos agonistas e antagonistas.
Como o adutor está sempre contraído na corrida, você não pode deixar de trabalhar o seu antagonista: o abdutor. Isso evita o desequilíbrio entre as musculatura. Esse exercício é, inclusive, muito importante para quem sofre com condromalácia.
Mais conhecida como batata da perna, a panturrilha é um dos principais responsáveis pela propulsão da corrida.
2. Crie novos percursos e destinos
Se o corredor passar sempre pela mesma rota, o percurso ficará monótono. Nesse caso, uma opção é mudar algo na rotina de treinos. “Para espantar o tédio, o corredor pode conhecer novos parques e até mesmo escolher aleatoriamente um ponto de destino, diferente do que está habituado”, Uma outra opção para fugir da monotonia é correr em variados tipos de terrenos, como montanhas e praias.
Outra estratégia bastante utilizada pelos corredores é criar metas durante os treinos. Dividir o treino em partes e cumprir alguns objectivos pré-estabelecidos motivam o atleta. “Ter uma espécie de pit stop ao completar um dos objectivos durante o percurso também é uma forma de dar um estimulo ao treino.
Muitas pessoas têm vontade de correr, mas acham que se cansam só de olhar. Na verdade acham que não conseguiriam correr por muito tempo e que não são capazes de realizar tal proeza. Se você é uma destas pessoas, dê a “volta por cima” e insista na procura e prática de uma actividade que lhe dê prazer.
Sempre que um período de tempo muito longo passa despercebido por nós, nos acomodamos e procuramos mil argumentos para continuar acomodado! Para nos motivarmos devemos nos inspirar em pessoas de sucesso, carreiras que almejamos, exemplos que seguimos ou especulamos, e com certeza, iremos perceber o quanto rico é o currículo de especializações da pessoa.
Dentro da sua equipe, motive e incentive os parceiros.
Quem treina sozinho, uma hora ou outra vai usar a desculpa do cansaço, da falta de tempo ou até mesmo da preguiça. Então a coisa mais importante para nós é termos foco. Treine onde quiser e atinja uma intensidade elevada, mesmo treinando sozinho.
Existem outros muitos métodos de treino, mas para quem tem que treinar sozinho ainda não conheço melhor! Este método é indicados para quem quer treinar sozinho pois permite que você atinja uma elevada intensidade, sem precisar de ajuda externa!
Além disso, é preciso ter em mente que sem ter foco seu treino não trará resultados. Por isso, é MUITO IMPORTANTE ter FOCO. Além disso, é muito importante que você procure sempre o máximo de qualidade em seu treino. Por mais que pareça simples, você não pode deixar a qualidade de lado, principalmente quando treinar sozinho.

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